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Terça-feira, 28 de Abril de 2009
Ser ou não ser (...)?

 A razão maior da existência humana não se justifica com o mero conformismo, com a preguiça incessante, com o idealismo absoluto e nem mesmo com sonhos intermináveis. Um ser humano conformista, preguiçoso não vai para além da simples existência. Não basta existir para justificar o viver. Se assim vermos as coisas, a vida não tem significado nenhum e estamos a dar desprezo total a essência humana, a aquilo que nós somos, a nós mesmo. Porque sim, nós somos seres humanos em potência, só nos tornamos verdadeiramente humanos, verdadeiramente dignos de tamanha grandeza quando formos capazes de desenvolver e dar forma ao nosso potencial. O trabalho árduo, cultivar o saber, curiosidade, motivação… esforços muitas vezes doloroso, penoso e demorado, são testes diários, são etapas, são metas, que nós temos de trilhar até a plena formação do nosso ser. Afinal o que distingue o ser humano dos outros seres, é apenas o nível de evolução a nível cognitivo. Ao contrário do que muita gente pensa, eu não acredito no saber congénito.

 

Ninguém nasce sábio, ao nascer, estamos completamente desprovidos de qualquer saber específico, tudo se apreende. Tanto é que existem muitos indivíduos, i mean animals, que embora não estejam na selva, pouco sabem do significado do viver, não cultivam a sabedoria, são preguiçosos e acomodados, e humanos são de igual modo que é o Broncks (…) – tem vida, come, aprendeu aquilo teve tempo para ensiná-lo e pouco mais.

 

A vida é uma conquista, cada um de nós somos o que somos, e o que somos é fruto da nossa longa caminhada num terreno muitas vezes agrestes, mas que vale a pena (...)



publicado por Mrs. Posh às 15:40
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